<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>pedro valente &#187; Pesquisa</title>
	<atom:link href="http://www.pedrovalente.com/category/pesquisa/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.pedrovalente.com</link>
	<description>anotações, idéias, projetos...</description>
	<lastBuildDate>Wed, 24 Mar 2010 22:13:20 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Jornalismo digital de Base de Dados é mesmo novidade?</title>
		<link>http://www.pedrovalente.com/2007/06/21/jornalismo-digital-de-base-de-dados-e-mesmo-novidade/</link>
		<comments>http://www.pedrovalente.com/2007/06/21/jornalismo-digital-de-base-de-dados-e-mesmo-novidade/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Jun 2007 14:13:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pedrovalente.com/2007/06/21/jornalismo-digital-de-base-de-dados-e-mesmo-novidade/</guid>
		<description><![CDATA[Recebi por e-mail a indicação:
Já está disponível para livre acesso on-line  ( e para vendas on  demand a EURO 25,00)  o livro-coletânea Jornalismo Digital de Terceira Geração, que  reúne artigos apresentados durante as &#8220;Jornadas Jornalismo On-line.2005:  Aspectos e Tendências&#8221;.
O download é gratuito.
Via: http://gjol.blogspot.com/2007/06/jornalismo-digital-de-terceira-gerao.html#links
Dei uma olhada no PDF, e à primeira vista a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi por e-mail a indicação:</p>
<blockquote><p>Já está disponível para livre acesso on-line  ( e para vendas on  demand a EURO 25,00)  o livro-coletânea <span style="font-style: italic">Jornalismo Digital de Terceira Geração</span>, que  reúne artigos apresentados durante as &#8220;Jornadas Jornalismo On-line.2005:  Aspectos e Tendências&#8221;.</p>
<p>O download é gratuito.<br />
Via: <a href="http://gjol.blogspot.com/2007/06/jornalismo-digital-de-terceira-gerao.html#links" target="_blank" onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)">http://gjol.blogspot.com/2007<wbr></wbr>/06/jornalismo-digital-de<wbr></wbr><script><!-- D(["mb","-terceira-gerao.html#links\u003c/a\>\u003c/div\>\n\u003cp\>\n\u003chr\>\n\n\u003cp\>\u003c/p\>No virus found in this incoming message.\u003cbr\>Checked by AVG Free Edition. \n\u003cbr\>Version: 7.5.472 / Virus Database: 269.9.1/857 - Release Date: 20/6/2007 \n14:18\u003cbr\>\u003cbr\>\n--~--~---------~--~----~------\u003cWBR\>------~-------~--~----~\u003cbr\>\nVocê recebeu esta mensagem porque está inscrito no Grupo &quot;EGC - APP Jornalismo&quot; em Grupos do Google. \u003cbr\>  Para postar neste grupo, envie um e-mail para \u003ca href\u003d\"mailto:app_jornalismo@googlegroups.com\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\>app_jornalismo@googlegroups.com\u003c/a\> \u003cbr\>  Para cancelar a sua inscrição neste grupo, envie um e-mail para \u003ca href\u003d\"mailto:app_jornalismo-unsubscribe@googlegroups.com\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\>app_jornalismo-unsubscribe\u003cWBR\>@googlegroups.com\u003c/a\> \u003cbr\>  Para ver mais opções, visite este grupo em \u003ca href\u003d\"http://groups.google.com/group/app_jornalismo?hl\u003dpt-BR\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\>http://groups.google.com/group\u003cWBR\>/app_jornalismo?hl\u003dpt-BR\u003c/a\> \u003cbr\> -~----------~----~----~----~--\u003cWBR\>----~----~------~--~---\u003cbr\>\n\u003c/p\>\u003c/div\>\n\u003cbr\>\n",0] ); D(["ce"]);  //--></script>-terceira-gerao.html#links</a></p></blockquote>
<p>Dei uma olhada no PDF, e à primeira vista a apropriação do termo &#8220;base de dados&#8221; para falar de um modelo de apresentação de conteúdo jornalístico é que saltou aos olhos&#8230;</p>
<p><span id="more-85"></span><br />
A Suzana Barbosa traz várias afirmações coerentes, quando, exemplificando com XML, explica que a separação do conteúdo e da apresentação dão mais flexibilidade na construção de sites.</p>
<p>Mas diz em um momento:</p>
<blockquote style="border-left: 1px solid #cccccc; margin: 0pt 0pt 0pt 0.8ex; padding-left: 1ex" class="gmail_quote"><p><span style="font-style: italic"> &#8220;Para o jornalismo digital, as bases de dados são definidoras da estrutura e da organização das informações, bem como da sua </span><span style="font-weight: bold">apresentação</span>.&#8221;</p></blockquote>
<p>Bases de dados já são recursos bem antigos e estão por trás de praticamente todas as aplicações na web, do google aos blogs. E podem ser usadas de inúmeras formas.</p>
<p>&lt;parêntese&gt;</p>
<p>A clássica estrutura de aplicações web de 3 camadas é composta por 1-Base de dados (ex: MySQL), 2 &#8211; servidor (ex: PHP), 3 &#8211; cliente (HTML+CSS).A estrutura da base de dados &#8211; que não é a melhor para consumo de informação jornalística &#8211; raramente deveria transparecer para o usuário. A função do jornalista deveria ser criar interfaces e uma arquitetura da informação para que o usuário entenda e consiga consultar com eficiência o que está armazenado na BD.</p>
<p>É mais ou menos o que Elias Machado também fala: <span style="font-style: italic">&#8220;cabe ao jornalista participar de modo ativo do desenho destes sistemas complexos de produção e gestão de conteúdos.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-style: italic"></span><span style="font-style: italic"></span></p>
<p>A definicão da Wikipedia:</p>
<blockquote style="border-left: 1px solid #cccccc; margin: 0pt 0pt 0pt 0.8ex; padding-left: 1ex" class="gmail_quote"><p><span style="font-style: italic">&#8220;</span><font style="font-style: italic" size="-1">Bancos de dados (ou bases de dados) são arquivos ou sistemas com uma estrutura regular que organizam informações. Essas estruturas podem ter a forma de uma tabela: cada tabela é composta por linhas e colunas. As informações utilizadas para um mesmo fim são agrupadas em uma base de dados.(&#8230;)   </font><span style="font-style: italic">A apresentação dos dados geralmente é semelhante à de uma </span><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Planilha_eletr%C3%B4nica" style="font-style: italic" title="Planilha eletrônica">planilha eletrônica</a><span style="font-style: italic">&#8220;</span></p></blockquote>
<p>&lt;/parêntese&gt;<br />
A própria Suzana reconhece que desde o final dos anos 90 BDs são usadas por todo lado. Mas conclui destacando uma <span style="font-style: italic">novidade</span>:</p>
<blockquote style="border-left: 1px solid #cccccc; margin: 0pt 0pt 0pt 0.8ex; padding-left: 1ex" class="gmail_quote"><p><span style="font-style: italic">&#8220;Só que, agora, o uso das BDs é orientado por uma outra lógica para a estruturação e </span><span style="font-weight: bold">apresentação</span> das informações.<br style="font-style: italic" />   <span style="font-style: italic">Lógica essa que contempla, como elementos definidores da utilização de bases de dados no jornalismo digital de terceira geração &#8211; segundo a abordagem conceitual apresentada &#8211; as noções de resolução semântica, metadados, relato imersivo ou narrativa multimídia, e jornalismo participativo.&#8221;</span></p></blockquote>
<p>Exercitando a lógica:</p>
<p>a) Se todos concordamos que  as bases de dados são ubíquas no mundo das aplicações web já faz alguns anos,<br />
b) Se as bases de dados são usadas em todo tipo de site, inclusive os jornalísticos,<br />
pode-se concluir que<br />
c) Falar de jornalismo digital feito com BDs não é novidade nenhuma,<br />
d) É sinônimo de qualquer tipo de jornalismo produzido na internet hoje.</p>
<p>Seja jornalismo participativo, narrativa multimídia ou o que for, vai usar bases de dados de uma maneira ou de outra. A não ser que a produção seja artesanal e <span style="font-weight: bold">sem a integração com o sistema</span>. Era assim no Unaberta em 1998, quando criávamos todo dia uma página HTML no frontpage. Quem ainda trabalha dessa maneira &#8211; inclusive usando o Flash como recurso multimídia isolado &#8211; parou no tempo.</p>
<p>Fico me perguntando:<br />
- Se considerarmos bases de dados na definição da Wikipédia, o que seria então o &#8220;jornalismo de Base de Dados&#8221;?<br />
- Quando os autores defendem o formato de BD para &#8220;APRESENTAÇÃO&#8221; de conteúdo, o que significa isso? Dar uma planilha pro leitor?</p>
<p>Na minha humilde e iletrada opinião há uma confusão de conceitos aí &#8211; se bem que tudo é relativo no mundo das comunicações. Cria-se um significado todo especial de Base de Dados para ser usado apenas no jornalismo digital. Se é isso, então não chame de Base de Dados, ora. Confunde mais do que esclarece e dá margem a respostas como essa minha <img src='http://www.pedrovalente.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Suzana também escreve:</p>
<blockquote style="border-left: 1px solid #cccccc; margin: 0pt 0pt 0pt 0.8ex; padding-left: 1ex" class="gmail_quote"><p>&#8220;<span style="font-style: italic">Por outro lado, uma nova metáfora certamente estará configurada numa etapa posterior de desenvolvimento para o jornalismo digital: a quarta geração, </span><span style="font-weight: bold">na qual bases de dados estarão integradas nos sistemas publicadores</span>, assegurando mais agilidade e qualidade à construção das narrativas, por um lado, e, por outro, consolidando um processo industrial de produção nojornalismo digital(Schwingel,2005).&#8221;<br />
<span style="font-style: italic"></span></p></blockquote>
<p><span style="font-style: italic"><br />
</span>Como???? Em 2005, alguém diz: &#8220;<span style="font-style: italic"></span><span style="font-weight: bold">bases de dados estarão integradas nos sistemas publicadores&#8221;?</span><span style="font-style: italic"><br />
</span>Sistemas publicadores estão integrados a bases de dados no mundo inteiro! Não existe um sistema publicador sem base de dados. Por mais tosco que seja, qualquer sistema publicador usa banco de dados &#8211; e isso não é grande coisa!</p>
<p>O importante  é ter &#8220;informação reutilizável&#8221;. Dados que podem ser somados, comparados e integrados entre si &#8211; complementando os grandes blocos de texto que o computador só consegue mostrar e não &#8220;entende&#8221;. Tudo armazenado em banco de dados, óbvio, mas não importa o banco nem a linguagem de programação.</p>
<p>E não vamos apresentar uma planilha igual ao BD pro leitor. TUDO é possível quando se trata de programação de sistemas. Não existe desculpa. O que faltam são idéias para apresentar de forma nova os dados para o público, sem reutilizar formatos limitados pelas tecnologias do passado.</p>
<p>A informação jornalística não deve ser  APRESENTADA ao usuário da mesma maneira que é consultada pelo programador. Qualquer bibliografia de usabilidade deixa isso bem claro. O programador (ou jornalista, ou &#8216;arquiteto da informação&#8217;, o que seja) usa a base de dados e apresenta a informação <span style="font-weight: bold">do jeito que bem entender</span>. A base de dados potencializa a reutilização dos dados e permite formatos que talvez nem sejam considerados jornalismo, mas podem ser mais eficientes na transmissão de informação.</p>
<p>Era isso. Só falo dessas coisas nos corredores, mas acho que pode ser proveitoso discutir. Se falei alguma besteira por favor me corrijam.<br />
Também podem ignorar tudo que eu falei, afinal não está baseado em 250 bibliografias como o artigo da Suzana, apenas em observações do mundo real.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pedrovalente.com/2007/06/21/jornalismo-digital-de-base-de-dados-e-mesmo-novidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tela preta, a solução pra quem se distrai facilmente</title>
		<link>http://www.pedrovalente.com/2007/05/15/tela-preta-a-solucao-pra-quem-se-distrai-facilmente/</link>
		<comments>http://www.pedrovalente.com/2007/05/15/tela-preta-a-solucao-pra-quem-se-distrai-facilmente/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 May 2007 23:42:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Programas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pedrovalente.com/2007/05/15/tela-preta-a-solucao-pra-quem-se-distrai-facilmente/</guid>
		<description><![CDATA[Preciso escrever mas fico arranjando coisas pra me distrair. Qualquer ícone que vejo, botão que aparece, msn que pisca é desculpa pra deixar o texto de lado.  Hoje achei um programa que funcionou: escrevi o dia inteiro e só agora lembrei que tou com fome e preciso jantar.
Ele se chama DarkRoom e é minimalista. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pedrovalente.com/wp-content/uploads/2007/05/tela-darkroom.jpg" title="Tela do DarkRoom"><img src="http://www.pedrovalente.com/wp-content/uploads/2007/05/tela-darkroom.thumbnail.jpg" title="Tela do DarkRoom - clique para ver maior" alt="Tela do DarkRoom - clique para ver maior" align="right" hspace="5" vspace="5" /></a>Preciso escrever mas fico arranjando coisas pra me distrair. Qualquer ícone que vejo, botão que aparece, msn que pisca é desculpa pra deixar o texto de lado.  Hoje achei um programa que funcionou: escrevi o dia inteiro e só agora lembrei que tou com fome e preciso jantar.</p>
<p>Ele se chama DarkRoom e é minimalista. Funciona como o bloco de notas, mas deixa a tela toda preta com umas letras verdes. Sem menu, sem nada. Nem a barra do Windows aparece. Só a escuridão e o cursor piscando à espera de que a sua inspiração se manifeste.</p>
<p><a href="http://they.misled.us/dark-room">Baixe o DarkRoom  para Windows aqui</a>. Ele é o clone de um programa que só tinha pra Mac, o WriteRoom.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pedrovalente.com/2007/05/15/tela-preta-a-solucao-pra-quem-se-distrai-facilmente/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A &#8220;referência concreta&#8221;</title>
		<link>http://www.pedrovalente.com/2005/09/16/a-referencia-concreta/</link>
		<comments>http://www.pedrovalente.com/2005/09/16/a-referencia-concreta/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Sep 2005 18:08:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pedrovalente.com/?p=20</guid>
		<description><![CDATA[Quando a gente passeia pela Internet, a dinâmica de navegação é
clica no link -> página atual some -> página nova aparece
O link funciona como um teletransporte.
Tem uns caras que pesquisam interfaces humano-computador e sugeriram um tipo de navegação que não usa essa metáfora do teletransporte, mas uma coisa eu eu chamo de &#8220;referência concreta&#8221;: Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando a gente passeia pela Internet, a dinâmica de navegação é<br />
<strong>clica no link -> página atual some -> página nova aparece</strong><br />
O link funciona como um teletransporte.</p>
<p>Tem <a href="http://rchi.raskincenter.org/aboutrchi/index.php">uns caras que pesquisam interfaces humano-computador</a> e sugeriram um tipo de navegação que não usa essa metáfora do teletransporte, mas uma coisa eu eu chamo de <strong>&#8220;referência concreta&#8221;</strong>: Em vez de um link, você tem uma miniatura da próxima página, e em vez de teletransporte, o que acontece é um zoom até você conseguir ler o que está na miniatura.</p>
<p>Neste ponto já dá pra perceber que as miniaturas não são realmente miniaturas, mas sim as páginas inteiras vistas de longe. Uma das vantagens desta abordagem é que ativa a nossa memória espacial, ajudando a lembrar que caminho fizemos para chegar em determinado ponto. Teletransporte tem muitos pontos positivos, mas desorienta.</p>
<p>Nada disso é muita novidade. O Raskin Center for Humane Interfaces, do polêmico Jef Raskin, já fala disso em suas pesquisas faz alguns anos e tem até <a href="http://rchi.raskincenter.org/aboutarchy/img/zoomdemo.swf">demonstrações de como funcionaria (arquivo Flash de 8Mb)</a>.</p>
<p>O que o <a href="http://del.icio.us/popular">del.icio.us/popular</a> me mostrou ontem foi uma empresa que tá fazendo sites usando esse esquema, a <a href="http://sofake.com">Sofake</a>. Depois de ver o site deles, que é um exemplo perfeito desse tipo de navegação, entre também no <a href="http://billyharvey.com">billyharvey.com</a>, outra obra-prima de cair o queixo feita em flash.</p>
<p>Nos trabalhos da Sofake, percebe-se o cuidado com a orientação espacial do usuário. Experimente no billyharvey deixar uma música tocando e ir para longe, o volume diminui e o som vem apenas do lado de onde tá sendo tocado. No sofake.com, cada nível de profundidade tem uma trilha sonora,  ajudando ainda mais na ambientação.</p>
<p>Destaque também para o bonequinho do billyharvey. Uma solução simples (vídeo do rosto mascarado por um canal alpha), que, quando fixado ao movieclip da cabeça segue o corpo por toda a casa.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pedrovalente.com/2005/09/16/a-referencia-concreta/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Apresentação APP</title>
		<link>http://www.pedrovalente.com/2005/05/05/apresentacao-app/</link>
		<comments>http://www.pedrovalente.com/2005/05/05/apresentacao-app/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 May 2005 06:43:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pedrovalente.com/?p=8</guid>
		<description><![CDATA[Powerpoint do projeto do mestrado. Reloaded.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/arquivos/apresentacao_PedroValente.ppt">Powerpoint do projeto do mestrado. Reloaded.</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pedrovalente.com/2005/05/05/apresentacao-app/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>MP3 das palestras de hoje</title>
		<link>http://www.pedrovalente.com/2005/04/08/mp3-das-palestras-de-hoje/</link>
		<comments>http://www.pedrovalente.com/2005/04/08/mp3-das-palestras-de-hoje/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 09 Apr 2005 00:24:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pedrovalente.com/?p=7</guid>
		<description><![CDATA[Na Universidade do Texas acontece hoje e amanhã o International Symposium on Online Journalism. As palestras são transmitidas ao vivo em quicktime, mas não consegui gravá-las. O problema é que eles não costumam colocar o vídeo depois, então temos que aproveitar enquanto passa&#8230;
Mas o meu velho amigo Silent Bob serviu pra gravar o áudio do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na Universidade do Texas acontece hoje e amanhã o <a href="http://journalism.utexas.edu:16080/onlinejournalism/index.html">International Symposium on Online Journalism</a>. As palestras são transmitidas ao vivo em quicktime, mas não consegui gravá-las. O problema é que eles não costumam colocar o vídeo depois, então temos que aproveitar enquanto passa&#8230;</p>
<p>Mas o meu velho amigo <a href="http://www.silent-bob.de/en/getit.htm">Silent Bob</a> serviu pra gravar o áudio do painel que mais me interessava, o de jornalismo Multimídia. Eu assisti e tava bem interessante:</p>
<p>Todos os MP3 do painel:</p>
<ul>
<li><a href="arquivos/Nora_Paul.mp3">Nora Paul &#8211; 16,2Mb</a></li>
<li><a href="arquivos/Jane_Ellens_Stevens.mp3">Jane E. Stevens &#8211; 21Mb</a></li>
<li><a href="arquivos/Alberto_Cairo.mp3">Alberto Cairo &#8211; 26,8Mb</a></li>
<li><a href="arquivos/Jonathan_Dube.mp3">Jonathan Dube &#8211; 19,1Mb</a></li>
<li><a href="arquivos/perguntas.mp3">Umas perguntinhas mixas no final&#8230; &#8211; 3,7Mb</a></li>
</ul>
<p><strong>UPDATE:</strong> Pra me fazer morder a língua, eles colocaram online os <a href="http://journalism.utexas.edu:16080/onlinejournalism/2005/2005.html">vídeos de todas as palestras</a>.<br />
<span id="more-7"></span></p>
<p><strong>Third Panel: Multimedia Journalism: How Video, Audio, Animation and Other Features Are Creating a New Journalistic Storytelling Style</strong></p>
<p>Chair and presenter: Nora Paul, director, Institute for New Media Studies, University of Minnesota</p>
<blockquote><p>Eu não tinha ligado o nome a pessoa, mas a Nora Paul é quem coordenou a produção de um <a href="http://www.inms.umn.edu/Elements/index.php">excelente site que disseca, para fins acadêmicos, os elementos de uma narrativa multimídia</a>.  Usei artigos citados neste site no meu projeto do Mestrado.<br />
Ela mostrou o site, explicando que uma narrativa digital deve ser uma experiência não-linear, e que hoje os slideshows e outras apresentações multimídia poderiam ser melhorados com mais interação.</p>
<p>Exemplificou também a diferença que um tratamento multimídia pode ter num tópico como o consumo de Ecstasy, por exemplo. Mostrou <a href="http://www.bbc.co.uk/radio1/onelife/health/drugs/ecstasy.shtml">uma página da BBC somente com texto</a> e depois <a href="http://www.bbc.co.uk/radio1/onelife/fun/health/excess/drop_test.html">outra, também da BBC, com multimídia.</a> A conclusão sobre qual transmite melhor a informação é bem óbvia.</p>
<p>Ela revelou também que vai lançar um novo site nas próximas semanas, chamado <strong>Digital Think</strong>, que vai reunir depoimentos de gente de várias atividades (jornalistas, artistas, <em>cyberpoetas</em>) sobre como eles pensam nas narrativas online, além de mostrar exemplos dos seus trabalhos.</p>
<p><a href="arquivos/Nora_Paul.mp3">O MP3 da parte da Nora Paul (16,2Mb) é este.</a></p></blockquote>
<p>|| <strong>Jane E. Stevens,</strong> Hearst Foundation Teaching Fellow, UC Berkeley Graduate School of Journalism and freelance multimedia journalist</p>
<blockquote><p>As sacadas mais interessantes dela foram:</p>
<ul>
<li>Vídeo, áudio e outras mídias devem ser complementares uns aos outros numa cobertura online, e não redundantes, como faz a CNN.</li>
<li>É preciso dar o máximo de informação sobre cada assunto de que se trata (Tsunami por exemplo), mas a organização de todos os links e recursos externos ao seu site é fraca (Yahoo). Esse contexto ela chama de <em>Shell</em>.</li>
<li>Falou que as redações deveriam migrar para um modelo &#8220;webcêntrico&#8221;, onde todo conteúdo é jogado numa vala comum e depois aproveitado por cada suporte (impresso, online, TV, etc.)</li>
</ul>
<p><a href="arquivos/Jane_Ellens_Stevens.mp3">O arquivo MP3 da Jane (21Mb) está aqui.</a></p></blockquote>
<p>|| <strong>Alberto Cairo</strong>, multimedia editor, elmundo.es, Spain</p>
<blockquote><p>O sr. Cairo tem o emprego que eu queria ter. Diretor de <a href="http://www.elmundo.es/graficos/multimedia/">infográficos do El Mundo</a>. Mostrou um dos melhores powerpoints que eu já vi, com um bonequinho andando e tudo. Pena de quem só vai ouvir <img src='http://www.pedrovalente.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> &#8230;</p>
<p>Lá eles trabalham princialmente com explicações visuais e reconstruções visuais.<br />
Ele enumerou os desafios de se fazer um infográfico multimídia:</p>
<ol>
<li><strong>Velocidade de produção</strong> &#8211; No El Mundo, em notícias urgentes, eles usam um processo de produção em degraus. Primeiro fazem um mapa de localização e colocam no ar. Depois ampliam esse mapa e colocam mais informações. Fazem a primeira versão do infográfico já em Flash e depois vão melhorando essa versão até ficar como imaginaram no planejamento.<br />
Mesmo assim, ele faz a autocrítica de seguirem basicamente um modelo de &#8220;guias passo-a-passo&#8221; do que aconteceu. E isso nos leva ao segundo desafio&#8230;</li>
<li><strong>Precisão, qualidade e honestidade profissional</strong> &#8211; Aqui ele disse que não basta ser o mais rápido (e ele é). É preciso dar a informação correta. Acabou entrando na discussão sobre o &#8220;jornalismo cidadão&#8221;, blogs e tal, e deu uma ótima resposta:<br />
<cite><em>&#8220;Não tenho medo nenhum, quero ver um blogueiro explicar visualmente um fato melhor que eu. Temos que contar as histórias melhor do que qualquer um, e isso se aplica também ao texto.&#8221;</em><br />
<strong>Alberto Cairo</strong></cite></li>
<li><strong>Interatividade</strong> &#8211; &#8220;Deixe o leitor brincar&#8221;. Mostrou uma calculadora de calorias do El Mundo. Coincidência ou não, essa semana inventei uma calculadora de calorias pro CD-ROM de matemática que tou fazendo&#8230;<br />
Disse que <a href="http://www.metromadrid.es/">o melhor exemplo de interatividade que já viu é o site do metrô de Madri</a>, que te recomenda o melhor trajeto entre dois pontos.</li>
<li><strong>Multimídia</strong> &#8211; O El Mundo começou a integrar seus infográficos em pacotões multimídia, e o primeiro que fizeram foi um <a href="http://www.elmundo.es/elmundo/2005/graficos/mar/s4/einstein/index.html">especial sobre Einstein</a>. Mesmo assim ainda estão lutando pra deixar a narrativa menos linear no próximo especial que vai ser lançado sobre a batalha de Trafalgar. Nele vai ter momentos onde a ação pára e os elementos da tela tornam-se clicáveis para revelar sub-filmes sobre cada detalhe.</li>
</ol>
<p><a href="http://www.albertocairo.com">O site dele é www.albertocairo.com</a> e <a href="arquivos/Alberto_Cairo.mp3">o arquivo MP3 dele (26,8Mb) está aqui.</a>.</p></blockquote>
<p>|| <strong>Jonathan Dube</strong>, managing producer, MSNBC.com</p>
<blockquote><p>O sr. Dube fez uma rápida apresentação onde falou dos seus trabalhos na MSNBC.<br />
Primeiro mostrou o joguinho de adivinhar oque tinha no raio-x das malas no aeroporto.</p>
<p>Depois falou do <a href="http://www.msnbc.msn.com/id/4277322/">Big Picture</a>, e revelou que 38% das pessoas que acessaram o último, do Oscar, ficaram mais de 5 minutos assistindo. É bastante tempo pra web.<br />
O Big Picture combina narrativa linear e não-linear, com elementos interativos misturados no meio.</p>
<p>Por fim, falou de um jogo chamado <a href="http://www.kumawar.com/">Kuma War</a>, que eu não conhecia. É um clone de Battlefiled e outros jogos de guerra em primeira pessoa, no qual os cenários e situações são baseados nas últimas notícias. O jogo é atualizado todo mês com os útlimos acontecimentos. Parece interessante.</p>
<p><a href="arquivos/Jonathan_Dube.mp3">O arquivo MP3 do Dube (19,1Mb) está aqui.</a></p></blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pedrovalente.com/2005/04/08/mp3-das-palestras-de-hoje/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
