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	<title>pedro valente &#187; Livros</title>
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	<description>anotações, idéias, projetos...</description>
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		<title>Lá vem todo mundo (parte 2), o público e o privado</title>
		<link>http://www.pedrovalente.com/2008/08/01/la-vem-todo-mundo-parte-2-o-publico-e-o-privado/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 23:29:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuação do resumo das partes mais interessantes do livro &#8220;Here Comes Everybody&#8221;, do Clay Shirky. Leia a parte 1 aqui.
A facilidade extrema de publicação possibilitada pela internet transforma qualquer um em uma editora. De fato, quem escreve na internet tem o potencial de atingir qualquer pessoa no mundo todo. Mas Shirky alerta para um fenômeno que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuação do resumo das partes mais interessantes do livro &#8220;Here Comes Everybody&#8221;, do Clay Shirky. <a href="http://www.pedrovalente.com/2008/07/21/la-vem-todo-mundo-parte-1/">Leia a parte 1 aqui</a>.</p>
<p>A facilidade extrema de publicação possibilitada pela internet transforma qualquer um em uma editora. De fato, quem escreve na internet tem o potencial de atingir qualquer pessoa no mundo todo. Mas Shirky alerta para um fenômeno que muitos estudiosos da comunicação online deixam passar: a maioria das pessoas que escreve em blogs, no twitter ou em redes sociais não está nem aí para o público global. O público delas é a roda de amigos.</p>
<p>Se você fuçar nos scraps das pessoas no Orkut vai encontrar um monte de piadas internas, referências a amigos mútuos e outras informações que só interessam ao pequeno círculo de envolvidos na conversa. É como entreouvir o papo de alguns adolescentes desconhecidos na praça de alimentação do shopping.</p>
<blockquote><p>&#8220;A maioria do &#8216;<em>conteúdo produzido pelo usuário</em>&#8216; não é &#8216;<em>conteúdo</em>&#8216; coisa nenhuma, no sentido de haver sido criado para consumo geral. É como dizer que uma ligação telefônica entre você e um parente é &#8216;<em>conteúdo produzido pela família</em>&#8216;&#8221;</p></blockquote>
<p>A partir daí surge a distinção entre <strong>mídia de comunicação</strong> e <strong>mídia de difusão</strong>. A mídia de difusão, que inclui rádio, TV, jornais e filmes, é como um megafone, facilita a distribuição da mensagem para que todos a recebam. A mídia de comunicação, por outro lado, facilita a conversa de duas vias e tem como exemplos o telegrama, o telefone ou o fax.</p>
<p>A mídia de comunicação sempre foi entre um emissor e um receptor, no padrão <strong>um-para-um</strong>. Eu falo e você escuta, em seguida você fala e eu escuto. A difusão seguia o padrão de <strong>um-para-muitos</strong>, e os receptores não tinham como responder.</p>
<p>O padrão que não existia até pouco tempo atrás é o de <strong>muitos-para-muitos</strong>, e o e-mail foi a primeira ferramenta simples e verdadeiramente global a seguir este padrão.</p>
<p>Conforme a tecnologia evolui, as diferenças entre os padrões evaporam e áreas de transição entre eles surgem. Antes, o meio bastava para se determinar o conteúdo da mensagem. Ler &#8220;Eu te amo&#8221; em uma carta é bem diferente de ouvir &#8220;Eu te amo&#8221; na fala de uma personagem na televisão. A carta é o padrão um-para-um e a TV um-para-muitos. Não tem como confundi-los. Mas este limite tão claro acaba ficando nublado na internet.</p>
<blockquote><p>&#8220;Antes da internet se tornar &#8216;mainstream&#8217;, um esforço considerável era necessário para dizer algo que fosse ouvido por um número significativo de pessoas, e por isso consideramos todo material disponível publicamente como material oferecido diretamente para nós. Agora que o custo de colocar coisas em uma mídia global desmoronou, muito do que é postado em um dia qualquer está em público mas não é para o público.&#8221;</p></blockquote>
<p>Por enquanto é isso, mas o livro não acabou ainda. Acho que rende mais um post ou dois para breve.</p>
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		<title>Pra baixar filmes antigos a solução é o Internet Archive</title>
		<link>http://www.pedrovalente.com/2008/01/07/pra-baixar-filmes-antigos-a-solucao-e-o-internet-archive/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Jan 2008 22:59:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Multimídia]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Torrents]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem busca filmes na internet encontra com facilidade os lançamentos para baixar com Bit Torrent. Mas quem está atrás de um clássico preto-e-branco vai penar pra encontrar alguma coisa. O Claudio deixou um comentário perguntando exatamente isso. Como fazer pra encontrar e baixar um filme antigo?
&#8220;Você teria um site onde poderia achar um filme que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem busca filmes na internet encontra com facilidade os lançamentos para <a href="http://www.pedrovalente.com/2005/11/16/como-usar-o-bit-torrent/">baixar com Bit Torrent</a>. Mas quem está atrás de um clássico preto-e-branco vai penar pra encontrar alguma coisa. O Claudio deixou um comentário perguntando exatamente isso. Como fazer pra encontrar e baixar um filme antigo?</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Você teria um site onde poderia achar um filme que passou alguns anos atrás tinha o autor principal com o nome de Daniel Boner ou Buner, passava na época do Zorro, preciso urgente deste site ou o local mais certo em que possa baixar. &#8221; Claudio</em></p></blockquote>
<p>Não sei se acertei o filme que ele quer encontrar (me corrija nos comentários se dei uma bola fora). Mas por um longo processo de dedução e conjecturas adivinhativas acabei  chegando à conclusão de que ele estava atrás do <a href="http://www.imdb.com/title/tt0027499/">filme &#8220;Daniel Boone&#8221;, de 1936</a>. Teve uma série de mesmo nome, outra versão pra TV em 1981, mas essa de 1936 me pareceu ser a melhor pedida.</p>
<p><strong>O grande depósito sem fim de tudo que já existiu na Internet &#8211; e fora dela</strong><br />
Nem muita gente sabe, mas  o <a href="http://www.archive.org/">Internet Archive</a> é uma coisa de louco. Tem o wayback machine, onde dá pra ver versões antigas de tudo quanto é site &#8211; <strong>85 bilhões de páginas.</strong> Além disso também tem uma quantidade imensa de áudio e vídeo livremente disponível. Segundo eles, o depósito armazena <strong>120 mil filmes</strong>, áudio de <strong>45 mil shows</strong> ao vivo, <strong>230 mil gravações </strong>em áudio de outros tipos e <strong>320 mil textos</strong>. Como só podem colocar trabalhos de domínio público, isso significa que grande parte dos filmes hospedados ali ou são independentes ou então bem antigos.</p>
<p>De qualquer forma, achei no Internet Archive o <a href="http://www.archive.org/details/RKORadioPicturesnowinpublicdomainDanielBoone">Daniel Boone de 1936</a><a href="http://www.archive.org/details/RKORadioPicturesnowinpublicdomainDanielBoone"> pra baixar</a>. Espero que seja mesmo esse o filme que o nosso amigo tá correndo atrás.</p>
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		<title>Jornalismo digital de Base de Dados é mesmo novidade?</title>
		<link>http://www.pedrovalente.com/2007/06/21/jornalismo-digital-de-base-de-dados-e-mesmo-novidade/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Jun 2007 14:13:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebi por e-mail a indicação:
Já está disponível para livre acesso on-line  ( e para vendas on  demand a EURO 25,00)  o livro-coletânea Jornalismo Digital de Terceira Geração, que  reúne artigos apresentados durante as &#8220;Jornadas Jornalismo On-line.2005:  Aspectos e Tendências&#8221;.
O download é gratuito.
Via: http://gjol.blogspot.com/2007/06/jornalismo-digital-de-terceira-gerao.html#links
Dei uma olhada no PDF, e à primeira vista a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi por e-mail a indicação:</p>
<blockquote><p>Já está disponível para livre acesso on-line  ( e para vendas on  demand a EURO 25,00)  o livro-coletânea <span style="font-style: italic">Jornalismo Digital de Terceira Geração</span>, que  reúne artigos apresentados durante as &#8220;Jornadas Jornalismo On-line.2005:  Aspectos e Tendências&#8221;.</p>
<p>O download é gratuito.<br />
Via: <a href="http://gjol.blogspot.com/2007/06/jornalismo-digital-de-terceira-gerao.html#links" target="_blank" onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)">http://gjol.blogspot.com/2007<wbr></wbr>/06/jornalismo-digital-de<wbr></wbr><script><!-- D(["mb","-terceira-gerao.html#links\u003c/a\>\u003c/div\>\n\u003cp\>\n\u003chr\>\n\n\u003cp\>\u003c/p\>No virus found in this incoming message.\u003cbr\>Checked by AVG Free Edition. \n\u003cbr\>Version: 7.5.472 / Virus Database: 269.9.1/857 - Release Date: 20/6/2007 \n14:18\u003cbr\>\u003cbr\>\n--~--~---------~--~----~------\u003cWBR\>------~-------~--~----~\u003cbr\>\nVocê recebeu esta mensagem porque está inscrito no Grupo &quot;EGC - APP Jornalismo&quot; em Grupos do Google. \u003cbr\>  Para postar neste grupo, envie um e-mail para \u003ca href\u003d\"mailto:app_jornalismo@googlegroups.com\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\>app_jornalismo@googlegroups.com\u003c/a\> \u003cbr\>  Para cancelar a sua inscrição neste grupo, envie um e-mail para \u003ca href\u003d\"mailto:app_jornalismo-unsubscribe@googlegroups.com\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\>app_jornalismo-unsubscribe\u003cWBR\>@googlegroups.com\u003c/a\> \u003cbr\>  Para ver mais opções, visite este grupo em \u003ca href\u003d\"http://groups.google.com/group/app_jornalismo?hl\u003dpt-BR\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\>http://groups.google.com/group\u003cWBR\>/app_jornalismo?hl\u003dpt-BR\u003c/a\> \u003cbr\> -~----------~----~----~----~--\u003cWBR\>----~----~------~--~---\u003cbr\>\n\u003c/p\>\u003c/div\>\n\u003cbr\>\n",0] ); D(["ce"]);  //--></script>-terceira-gerao.html#links</a></p></blockquote>
<p>Dei uma olhada no PDF, e à primeira vista a apropriação do termo &#8220;base de dados&#8221; para falar de um modelo de apresentação de conteúdo jornalístico é que saltou aos olhos&#8230;</p>
<p><span id="more-85"></span><br />
A Suzana Barbosa traz várias afirmações coerentes, quando, exemplificando com XML, explica que a separação do conteúdo e da apresentação dão mais flexibilidade na construção de sites.</p>
<p>Mas diz em um momento:</p>
<blockquote style="border-left: 1px solid #cccccc; margin: 0pt 0pt 0pt 0.8ex; padding-left: 1ex" class="gmail_quote"><p><span style="font-style: italic"> &#8220;Para o jornalismo digital, as bases de dados são definidoras da estrutura e da organização das informações, bem como da sua </span><span style="font-weight: bold">apresentação</span>.&#8221;</p></blockquote>
<p>Bases de dados já são recursos bem antigos e estão por trás de praticamente todas as aplicações na web, do google aos blogs. E podem ser usadas de inúmeras formas.</p>
<p>&lt;parêntese&gt;</p>
<p>A clássica estrutura de aplicações web de 3 camadas é composta por 1-Base de dados (ex: MySQL), 2 &#8211; servidor (ex: PHP), 3 &#8211; cliente (HTML+CSS).A estrutura da base de dados &#8211; que não é a melhor para consumo de informação jornalística &#8211; raramente deveria transparecer para o usuário. A função do jornalista deveria ser criar interfaces e uma arquitetura da informação para que o usuário entenda e consiga consultar com eficiência o que está armazenado na BD.</p>
<p>É mais ou menos o que Elias Machado também fala: <span style="font-style: italic">&#8220;cabe ao jornalista participar de modo ativo do desenho destes sistemas complexos de produção e gestão de conteúdos.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-style: italic"></span><span style="font-style: italic"></span></p>
<p>A definicão da Wikipedia:</p>
<blockquote style="border-left: 1px solid #cccccc; margin: 0pt 0pt 0pt 0.8ex; padding-left: 1ex" class="gmail_quote"><p><span style="font-style: italic">&#8220;</span><font style="font-style: italic" size="-1">Bancos de dados (ou bases de dados) são arquivos ou sistemas com uma estrutura regular que organizam informações. Essas estruturas podem ter a forma de uma tabela: cada tabela é composta por linhas e colunas. As informações utilizadas para um mesmo fim são agrupadas em uma base de dados.(&#8230;)   </font><span style="font-style: italic">A apresentação dos dados geralmente é semelhante à de uma </span><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Planilha_eletr%C3%B4nica" style="font-style: italic" title="Planilha eletrônica">planilha eletrônica</a><span style="font-style: italic">&#8220;</span></p></blockquote>
<p>&lt;/parêntese&gt;<br />
A própria Suzana reconhece que desde o final dos anos 90 BDs são usadas por todo lado. Mas conclui destacando uma <span style="font-style: italic">novidade</span>:</p>
<blockquote style="border-left: 1px solid #cccccc; margin: 0pt 0pt 0pt 0.8ex; padding-left: 1ex" class="gmail_quote"><p><span style="font-style: italic">&#8220;Só que, agora, o uso das BDs é orientado por uma outra lógica para a estruturação e </span><span style="font-weight: bold">apresentação</span> das informações.<br style="font-style: italic" />   <span style="font-style: italic">Lógica essa que contempla, como elementos definidores da utilização de bases de dados no jornalismo digital de terceira geração &#8211; segundo a abordagem conceitual apresentada &#8211; as noções de resolução semântica, metadados, relato imersivo ou narrativa multimídia, e jornalismo participativo.&#8221;</span></p></blockquote>
<p>Exercitando a lógica:</p>
<p>a) Se todos concordamos que  as bases de dados são ubíquas no mundo das aplicações web já faz alguns anos,<br />
b) Se as bases de dados são usadas em todo tipo de site, inclusive os jornalísticos,<br />
pode-se concluir que<br />
c) Falar de jornalismo digital feito com BDs não é novidade nenhuma,<br />
d) É sinônimo de qualquer tipo de jornalismo produzido na internet hoje.</p>
<p>Seja jornalismo participativo, narrativa multimídia ou o que for, vai usar bases de dados de uma maneira ou de outra. A não ser que a produção seja artesanal e <span style="font-weight: bold">sem a integração com o sistema</span>. Era assim no Unaberta em 1998, quando criávamos todo dia uma página HTML no frontpage. Quem ainda trabalha dessa maneira &#8211; inclusive usando o Flash como recurso multimídia isolado &#8211; parou no tempo.</p>
<p>Fico me perguntando:<br />
- Se considerarmos bases de dados na definição da Wikipédia, o que seria então o &#8220;jornalismo de Base de Dados&#8221;?<br />
- Quando os autores defendem o formato de BD para &#8220;APRESENTAÇÃO&#8221; de conteúdo, o que significa isso? Dar uma planilha pro leitor?</p>
<p>Na minha humilde e iletrada opinião há uma confusão de conceitos aí &#8211; se bem que tudo é relativo no mundo das comunicações. Cria-se um significado todo especial de Base de Dados para ser usado apenas no jornalismo digital. Se é isso, então não chame de Base de Dados, ora. Confunde mais do que esclarece e dá margem a respostas como essa minha <img src='http://www.pedrovalente.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Suzana também escreve:</p>
<blockquote style="border-left: 1px solid #cccccc; margin: 0pt 0pt 0pt 0.8ex; padding-left: 1ex" class="gmail_quote"><p>&#8220;<span style="font-style: italic">Por outro lado, uma nova metáfora certamente estará configurada numa etapa posterior de desenvolvimento para o jornalismo digital: a quarta geração, </span><span style="font-weight: bold">na qual bases de dados estarão integradas nos sistemas publicadores</span>, assegurando mais agilidade e qualidade à construção das narrativas, por um lado, e, por outro, consolidando um processo industrial de produção nojornalismo digital(Schwingel,2005).&#8221;<br />
<span style="font-style: italic"></span></p></blockquote>
<p><span style="font-style: italic"><br />
</span>Como???? Em 2005, alguém diz: &#8220;<span style="font-style: italic"></span><span style="font-weight: bold">bases de dados estarão integradas nos sistemas publicadores&#8221;?</span><span style="font-style: italic"><br />
</span>Sistemas publicadores estão integrados a bases de dados no mundo inteiro! Não existe um sistema publicador sem base de dados. Por mais tosco que seja, qualquer sistema publicador usa banco de dados &#8211; e isso não é grande coisa!</p>
<p>O importante  é ter &#8220;informação reutilizável&#8221;. Dados que podem ser somados, comparados e integrados entre si &#8211; complementando os grandes blocos de texto que o computador só consegue mostrar e não &#8220;entende&#8221;. Tudo armazenado em banco de dados, óbvio, mas não importa o banco nem a linguagem de programação.</p>
<p>E não vamos apresentar uma planilha igual ao BD pro leitor. TUDO é possível quando se trata de programação de sistemas. Não existe desculpa. O que faltam são idéias para apresentar de forma nova os dados para o público, sem reutilizar formatos limitados pelas tecnologias do passado.</p>
<p>A informação jornalística não deve ser  APRESENTADA ao usuário da mesma maneira que é consultada pelo programador. Qualquer bibliografia de usabilidade deixa isso bem claro. O programador (ou jornalista, ou &#8216;arquiteto da informação&#8217;, o que seja) usa a base de dados e apresenta a informação <span style="font-weight: bold">do jeito que bem entender</span>. A base de dados potencializa a reutilização dos dados e permite formatos que talvez nem sejam considerados jornalismo, mas podem ser mais eficientes na transmissão de informação.</p>
<p>Era isso. Só falo dessas coisas nos corredores, mas acho que pode ser proveitoso discutir. Se falei alguma besteira por favor me corrijam.<br />
Também podem ignorar tudo que eu falei, afinal não está baseado em 250 bibliografias como o artigo da Suzana, apenas em observações do mundo real.</p>
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		<title>Cory Doctorow traduzido pro português</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Feb 2007 17:26:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Valente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Vale a pena ler Cory Doctorow, na minha opinião o melhor escritor de ficção científica da atualidade. O mais legal é que o cara libera seus livros de graça sob a licença Creative Commons. Por causa disso um brasileiro resolveu traduzir voluntariamente o primeiro livro dele, que em português se chama &#8220;O fundo do poço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vale a pena ler Cory Doctorow, na minha opinião o melhor escritor de ficção científica da atualidade. O mais legal é que o cara libera seus livros de graça sob a licença Creative Commons. Por causa disso um brasileiro resolveu traduzir voluntariamente o primeiro livro dele, que em português se chama &#8220;O fundo do poço no reino encantado&#8221; (Down and Out In The Magic Kingdom).</p>
<p>A tradução pode ser acessada <a href="http://craphound.com/down/Cory_Doctorow_-_Down_and_Out_in_the_Magic_Kingdom_Brazilian_Portuguese.htm">neste link</a>.</p>
<p>Os outros livros, em inglês e também liberados para baixar estão no <a href="http://craphound.com/">craphound.com.</a></p>
<p>O último deles, <a href="http://www.pedrovalente.com/wp-content/uploads/2007/02/cory_doctorow-overclocked.zip" title="Cory Doctorow - Overclocked">Overclocked</a>, é uma coleção de contos bem legal. Achei muito bom o &#8220;When Sysadmins Ruled the Earth&#8221;, uma historinha pos-apocalíptica protagonizada por nerds.</p>
<p>E o conto que me fez gostar do cara, <a href="http://craphound.com/000123.html">0wnz0red</a>, é uma viagem onde um hacker altera seu próprio corpo via uma interface, recompilando módulos, aplicando patches e consertando bugs, sensacional.</p>
]]></content:encoded>
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