Gerador de nomes de ruas do Rio de Janeiro

{ 21 de Setembro de 2008 }

Depois de três dias no Rio e vários chopes, acho que entendi o processo de criação dos nomes de ruas da Cidade Maravilhosa.

O resultado está aqui.

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Gerador de logotipos-chavão

{ 2 de Setembro de 2008 }

Encontrei o php desse gerador nos meus backups e resolvi colocá-lo de volta em funcionamento. Foi feito nos idos de 2003 pro falecido site do Homem Chavão por mim e pelo Zé Lacerda.

Recarregue a página para gerar um novo logotipo

As cores e o “swoosh” são criados aleatoriamente. Os nomes das empresas são sorteados entre listas de prefixos e sufixos. Só as fontes originais é que eram um pouco melhores e não consegui recuperar, pelo backup ser ainda uma versão menos aprimorada da que foi ao ar.

Não sei se é verdade, mas já ouvi a história que tinha um cara levando a sério e usando esta ferramenta pra encontrar um nome para a sua empresa.

Um jeito menos chato de ver novos logotipos é abrir direto a imagem e ficar apertando F5.

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A dissertação

{ 22 de Agosto de 2008 }

Já faz mais de um ano que defendi, mas agora lembrei que ela não está online em lugar nenhum.

Pra quem tiver paciência, tá aqui o PDF da minha dissertação, sobre “Aplicações híbridas para a criação de conteúdo jornalístico na internet”. O curso foi o de Engenharia e Gestão do Conhecimento, na Universidade Federal de Santa Catarina.

Reli uns pedaços hoje e vi que muitas coisas que escrevo aqui no blog eu já tinha escrito nela.

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Lá vem todo mundo (parte 1)

{ 21 de Julho de 2008 }

Terminei esses dias de ler Here Comes Everybody, do Clay Shirky, um cara que consegue clarear e dar um sentido bem coerente pra muitos conceitos que pairam por aí neste “mundo conectado”. Faço aqui um resumo das partes que achei mais interessantes. Provavalmente nos próximos dias posto uma continuação.

Leia o resto do texto »

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Com vocês, julio

{ 1 de Maio de 2008 }

Não me perguntem o porquê do nome, mas o fato é que julio é esse mapa em Flash que conversa com Javascript. Ainda está em desenvolvimento, mas já uso pra alguns projetos e resolvi liberar todo o código no Google Code pra quem quiser usar.
Também tem uma página de exemplos aqui que é um manual de instruções.
Para ter uma idéia de como o mapa funciona, dê uma clicada pelos estados para experimentar o zoom:

julio


Uma das aplicações do julio pode ser a exibição de gradações de cores no mapa de acordo com alguns valores. Peguei o preço médio do litro de gasolina em cada estado aqui e passei pra variáveis dentro do Javascript. E com isso basta um link para alterar tudo no julio: Clique aqui para ver no mapa. Passe o mouse sobre os estados para ver os valores. Quanto mais escuro, maior o preço da gasolina.
Não esqueça, dá pra brincar bastante com o mapa na página de exemplos.

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Meme mais nerd da história. Não resisti e fiz a lista no computador do trabalho…

history|awk '{a[$2]++} END{for(i in a){printf “%5d\t%s\n”,a[i],i}}’|sort -rn|head
119 ls
109 cd
108 svn
23 python
19 mv
17 ./projecao.py
11 ./manage.py
10 ssh
10 rm
9 sudo

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Todo blog que se preze tem listas de 10 mais, seja de que tópico for. Então resolvi postar algumas relacionadas com jornalismo de base de dados ou que nome tenha o “data journalism” que falam por aí. Reproduzo livremente e com licenças tradutórias do artigo original de Rich Gordon para o Readership Institute, que achei bem interessante.

A primeira lista é baseada em conclusões do grupo jornalístico Gannett Co. que implementou o information center, um tipo de central de coleta de dados:

Porque os dados devem ser a força motriz do jornalismo

  • Dados não perdem a validade
    Depois de 24 horas o valor deles para o usuário não diminui.
  • Dados podem ser pessoais
    A proximidade com o leitor se torna muito maior e mais fácil de ser atingida.
  • Dados são melhor distribuídos em um meio sem limitações de espaço
    As melhores bases de dados são grandes demais para serem impressas na íntegra. A web além disso ainda tem a vantagem de possibilitar buscas, reordenação e todo tipo de filtragem.
  • Dados se aproveitam das maneiras que as pessoas usam a web
    É um meio que se presta mais ao comportamento ativo, de pesquisar e interagir, do que passivo, de ler e assistir.
  • Dados, depois de coletados, podem ser utilizados no meio impresso
    Depois de coletar, armazenar e permitir o acesso aos dados, é fácil utilizá-los em outros meios.

O jornal The Indianapolis Star, do grupo Gannet, é um dos que melhor aplica os itens acima, segundo o autor. E baseado na experiência deles surgiu a lista a seguir, que mostra…

As lições aprendidas pelo Star

  • Tenha um plano
    Antes de montar a Central de Dados, pessoas-chave da redação criaram uma lista de assuntos que poderiam render bons dados e que seriam úteis para os leitores. Essa lista guiou todo o desenvolvimento das aplicações.
  • Envolva especialistas em Reportagem Assistida por Computador (RAC)
    Repórteres e editores que já utilizam RAC têm o maior conhecimento de onde fuçar para encontrar dados importantes, que dados estão disponíveis e como lidar com buracos e inconsistências nas bases de dados.
  • Monte uma equipe
    São necessárias as habilidades jornalísticas e analíticas de um especialista em RAC , o entendimento de pesquisa de bibliotecários de notícias, habilidades de desenvolvimento e HTML de programadores e o bom gosto visual e habilidade multimídia do departamento de arte. Embora seja difícil, é possível encontrar quem consiga acumular duas ou mais destas funções.
  • Aumente a importância do “arquivo” de notícias
    Com a digitalização, jornais têm abandonado a clipagem manual e catalogação diária do jornal. Mas para que a central de dados funcione a contento, é importante que a área de armazenamento e pesquisa também esteja funcionando bem.
  • Encontre ferramentas que tornem a publicação fácil
    Existem soluções de código aberto excelentes para esse tipo de central de dados. Django, um framework escrito na linguagem de programação Python, é o destaque. Nasceu das necessidades de um jornal e amadureceu dentro de uma redação, sendo moldado para permitir a produção de aplicações no ritmo da pauleira do fechamento.
  • Publique apenas o que tiver valor de notícia
    As bases de dados com maior valor são aquelas apresentadas dentro de um contexto jornalístico claro. Tem que haver relação entre o que é notícia e os dados que são mostrados.

Para encerrar esse post que já está ficando comprido, uma última listinha, desta vez mostrando uma hierarquia dos tipos de projetos possíveis de se executar com uma central de dados na redação. A lista segue em ordem de complexidade:

  1. Entrega de dados
    É o modelo mais simples. Você coleta os dados e mostra a tabela para os leitores.
  2. Busca de dados
    É o modelo mais comum. Espera-se que o leitor encontre alguma coisa fazendo uma busca num campo de texto e alguns filtros, no caso de buscas avançadas.
  3. Exploração de dados
    Aqui começa a ficar mais divertido. É o modelo usado pelo chicagocrime.com chicagocrime.org. Além da busca, tudo é link e pode ser clicado e a cada tela novas opções de navegação são sugeridas, melhorando a experiência do usuário. A apresentação do conteúdo e arquitetura da informação obedecem a critérios jornalísticos.
  4. Experiências com dados e com narrativas
    É o casamento entre os dados e a notícia, integrando também elementos de redes sociais como comentários e elementos de narrativas multimídia como áudio e vídeo. O importante aqui é que deve existir uma integração de verdade. Não basta jogar um vídeo, uma tabela e umas notícias numa página para dizer que funcionou.
    Dois dos exemplos mais avançados deste modelo saíram do NY Times e do Star Tribune. Vale a pena dar uma olhada.

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Que linguagem de programação você é?

{ 4 de Setembro de 2007 }

You are Binary.  You are not human and go to great lengths to prove it.  You always know where you are and how you got there, but no one else does, ever.
Which Programming Language are You?

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Uma das ferramentas mais úteis do site dos Correios sempre foi a busca do CEP a partir do endereço. Quer dizer, útil pra quem precisava encontrar um endereço só. Se você quisesse integrar essa função no seu site ou então usar pra buscar o CEP de muitos endereços de uma vez, o negócio ficava complicado. Precisa usar a caixinha deles ou então pagar alguma coisa, é bem trabalhoso.

Ainda bem que o finalmente o Google ativou o geocoding pro Brasil, e agora permite que qualquer um, facilmente, faça o que quiser com todos os endereços do país.

Só pra exemplificar, aqui vai uma busca que traz o endereço completo, com CEP e tudo e que pode ser integrada em qualquer site.

Mas pra que serve isso? Pode servir pra você padronizar malas diretas ou quaisquer listas de endereços que tenham dados faltantes, por exemplo. Pode servir pra autocompletar o cadastro de usuários do seu site enquanto eles preenchem. Pode servir pra um monte de coisas…

A diferença de abordagem dos Correios e do Google para o mesmo tipo de serviço é um exemplo claríssimo da diferença entre Web 1.0 e 2.0 (perdoem o jargão). Enquanto um tenta controlar ao máximo o uso da informação, o outro libera geral e ainda dá ferramentas pra você inventar o que quiser com ela.

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Eu preciso disso. LeechBlock, uma extensão do Firefox que bloqueia sites durante o horário de trabalho. Já coloquei o digg, youtube e o netvibes na lista dos “proibidos”.

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O Ministério da Educação e Ciência da Espanha colocou na internet, para uso educacional, um acervo enorme de clips de áudio e imagens. Licenciados com Creative Commons, os recursos só podem ser usados para fins educativos ou não-lucrativos.

O banco de imagens tem áreas inteiras dedicadas ao ensino das profissões:
Cabo RCA -> Canon macho

Finalmente estudantes de jornalismo podem entender o que é um cabo RCA-Canon (foto).

Link pro banco de imagens, vídeos e sons.

O banco de áudio é um dos melhores que já encontrei. Tudo em alta qualidade e pronto pra ser baixado em mp3, wav ou ogg. O arquivo que acompanha este post foi tirado de lá. Toque-o numa sala cheia de gente e veja alguém sair atrás do celular (eu fiz isso, deu certo).

Link pro banco de áudio

 
icon for podpress  Celular no vibracall [0:08m]: Play Now | Play in Popup | Download

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Pau na web 2.0

{ 14 de Maio de 2007 }

Essa modinha de web 2.0 tá enchendo o saco. Boçais como o Michael Arrington do Tech Crunch enchem o bolso babando ovo pra qualquer arremedo de site  que tenha um nome com letra faltando (Flickr, Sputtr, etc..), degradê, logotipo refletido num chão encerado, fontes de tamanhos descomunais e sejam feitos com Ruby on Rails por gente que adora Mac.

Mas nem tudo está perdido. Existe um blog pra onde podemos fugir, onde todas essas picaretagens são detonadas sem dó nem piedade, o Uncov.com. Para notícias de web 2.0 é o único que acesso atualmente.

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